[[Lendas de Amael]]

Lendas

O Sacrifício da Montanha

A Montanha nunca se move, nunca deixa seu posto
Servindo de lição, afugentando os atrevidos
Guarda dos portões de Athmer
Punição por seu crime contra os poderosos
Dois pães e uma taça de vinho extraviados
Para matar a fome e saciar a sede dos pequenos

Dezoito horas diárias na labuta
Em frente às claras muralhas e escuro portão
Ninguém entra sem aprovação dos superiores
Sofrem destino cruel os pequenos se a Montanha desobedece

Do deserto extenso, comerciantes chegam
Mas também famintos desocupados de esperança abalada
Estes, o guardião é obrigado a barrar

O primeiro pede ajuda, a Montanha entende sua dor
Cede metade da sua ração diária
Um outro esfomeado reclama o restante de sua cota
Sedentos das areias entornam toda sua água

Crianças corajosas e tolas rastejam do inferno arenoso até os pés da Montanha
Mas não há mais pão, nem carne seca nem nada, nem mesmo gota d’água
Com seu gládio, a Montanha sangra, e dá de beber o líquido púrpura
No fim de sua pena, o condenado cai por sua própria espada

Mecânica:

Amael causa ferimentos em si mesmo no início de sua rodada, como uma ação instantânea, de 1 a N, onde N é o nível da arma, podendo ser dano bashing ou letal. Se nessa rodada O Sacrifício da Montanha causar dano em algum oponente, Amael pode curar 1 aliado igual à quantidade de ferimentos que ele causou nele mesmo ou o dano do ataque, o que for menor.

A Precisão do Caçador

Três caçadores de uma vila
Jaja o mais corajoso
Sempre derrubava a besta mais feroz
Zaria o mais experiente
Sozinho alimentava vinte cabeças
Maha o franzino
Só trazia da caçada colibris

Um dia, Balor, o demônio de um olho só
Musculoso como um corcel e alto como uma árvore
Decretou a morte de metade da vila
Os humanos cresciam rápido demais
Ameaçando seu território
A matança aconteceria na próxima lua cheia

Antes do dia fatídico, um dos caçadores agiu
Em pleno dia, as terras do colosso invadiu
A criatura achou graça ao ver o homem magrelo
Mas aquela foi a última coisa que viu
Colibris são alvos mais difíceis que olhos de gigantes

Mecânica:

Pode cancelar até “Requip” de armor/defense do alvo. Custo: Requip/2 (pra cima) mana.

Zeref’s something something

“Vivemos onde pensar é maldição;
Ter opinião própria, ilusão;
Desejos, auto-destruição;
Tristeza, reflexão.

Um lugar onde ninguém quer viver;
Morar, quando envelhecer;
Descansar, quando morrer…

Alguém pensa sobre si ao impôr algo?
Alguém pensa como seria ao contrário?

Ninguém se importa….

Guerra de palavras e ações são armadas.
O pacifista, por melhores táticas que possua,
Só quer paz… Não, caos e destruição.
Por isso, ele larga suas potências formadas.

Sofre, apanha, se mutila e se destrói…
Pelos outros, por si, pelo mundo, universo…

A troco de quê?

Ser esquecido, desmembrado…
Iludido, atordoado…

Seus pensamentos são desprezados;
Seus desejos, forjados;
Sua vida, esquecida;
Seu sofrimento, desmentido…

Suas lágrimas regam a escuridão,
Seu sangue alimenta as trevas,
Sua dor faz sucumbir seus aliados
E seu suplicar, apagar a claridão.

Sua luta é em vão,
Como de toda sua geração…

As sereias param de cantar,
Já não há faunos a festejar,
Nem mesmo, valquírias a galopar
E elfos a brincar…

A esperança some novamente
E ilusões apagam-se rapidamente.

O que nunca existiu,
Deixa de existir….

O que existia,
Se cala…

Átomos de esperança
Não formaram moléculas de liberdade…
Assim, não há um composto de felicidade."

Mecânica:

Enquanto esta arma está equipada, ninguém em um raio de 25m, ou que esteja agindo dentro desse raio (atacando à distância, se comunicando, etc), sequer o usuário, podem gastar willpower por vontade própria, a menos que seja custo de magia."

Lenda 4

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Filhos de Gaia (Fairy Tail) artubis